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Repórter expõe comoção de ser um dos primeiros a registrar o socorro à Marília Mendonça: ‘Desejo era narrar o resgate’

Hérisder Matias foi um dos primeiros a chegar no local para cobrir o acidente.

REPRODUÇÃO/GLOBONEWS

O acidente aéreo que vitimou a cantora Marília Mendonça e outras quatro pessoas, no início do mês de novembro, comoveu boa parte dos brasileiros que acompanharam, ao vivo, à cobertura da tragédia. Canais como a Band e a GloboNews interromperam suas programações para transmitir o resgate.

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No início, a informação passada pela assessoria da cantora era a de que o avião era mesmo o de Marília Mendonça, mas que a artista estava bem. Conforme os minutos foram passando, os repórteres que acompanhavam o trabalho dos bombeiros perceberam que essa informação não era verdadeira.

Hérisder Matias foi um dos primeiros repórteres a chegar no local, para cobrir o caso pela GloboNews. Mais de dez dias após o acidente, o repórter resolveu abrir o seu coração e conversou com o site Splash sobre como foi difícil fazer o seu trabalho naquela tarde. Contratado da InterTV dos Vales, que é afiliada da TV Globo em Minas Gerais, o repórter entrou no ar ao vivo para todo país e, segundo ele, fez a cobertura mais difícil de toda a sua carreira.

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“Meu desejo era narrar o resgate de todos”

Hérisder Matias viveu de perto a expectativa dos bombeiros de resgatar os tripulantes da aeronave. A comoção veio forte quando o repórter viu uma mulher sendo retirado do avião: “Eu não tinha certeza se ela era a única mulher na aeronave“, disse Hérisder Matias.

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O repórter só teve a certeza que era a cantora quando um bombeiro militar confirmou que o corpo era realmente de Marília Mendonça. Hérisder Matias ainda relatou que os bombeiros corriam contra o tempo, no intuito de salvar vidas, mas perceberam que já era tarde: “Após um período, perceberam que todos estavam mortos e que nada mais poderia ser feito“, disse o repórter.

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Escrito por Jean Marangoni

Influenciador digital responsável pelas páginas 'Mussum Sinceris' nas redes sociais, trabalho também com jornalismo online há 3 anos. Para sugestões entre em contato: jeanmarangoni@gmail.com