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Datena ‘solta o verbo’ após morte de Marília Mendonça e fala em culpados: ‘aqui a tragédia nunca tem nome’

Em desabafo, o apresentador do Brasil Urgente fez reflexão sobre a ausência de culpados por tragédias no país.

(Reprodução/Instagram/Bandeirantes/Fotomontagem/Mateus Guimarães)

No programa Brasil Urgente desta segunda-feira (8), o apresentador José Luiz Datena fez um desabafo bastante emocionante sobre a tragédia aérea que vitimou Marília Mendonça e os demais tripulantes que acompanhavam a cantora na última sexta-feira (5). Além da artista, de apenas 26 anos, outras quatro pessoas foram vitimadas pela tragédia.

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O avião bimotor, que caiu na região do Vale do Rio Doce, em Caratinga, Minas Gerais, já teve seus destroços recolhidos e passará por uma perícia minuciosa para avaliar os possíveis motivos para a queda. A polícia civil de MG encontrou um cabo elétrico enrolado na hélice da aeronave. 

A Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) confirmou, ainda na sexta-feira, que o avião que transportava Marília Mendonça atingiu cabos de tensão e rasgou-os ao sobrevoar a região. A perícia ainda detectará as causas minuciosas que levaram à queda da aeronave. 

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Datena dispara sobre ausência de responsáveis por queda do avião de Marília Mendonça

Em seu desabafo, o apresentador citou a cobertura jornalística do acidente, a repercussão da morte de Marília Mendonça, mas criticou a ausência de responsáveis pela queda da aeronave. “A informação foi que o avião bateu na torre de alta tensão pois não tinha sinalização”, disse Datena, já enfurecido pelas notícias que chegavam a todo o momento. 

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Foi então que o apresentador questionou os motivos para não haver a devida sinalização na região e informou que a própria Cemig alegou que não precisaria das tais marcações.

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Ainda em tom de lamento, Datena suplicou para maior ação da companhia em investir nas sinalizações corretas. “É por isso que esse país aqui a tragédia nunca tem nome, é sempre ilimitada”, disparou, lembrando dos casos dos rompimentos de barragem em Mariana, em 2015, e Brumadinho, em 2019, que não tiveram os seus responsáveis devidamente punidos, nas palavras de Datena.

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