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Marília Gabriela e filhos entram na Justiça contra badalado restaurante em que investiram

Os três solicitaram a devolução do dinheiro envolvido, mas não foram atendidos.

Reprodução Instagram

A incursão de Marília Gabriela e seus dois filhos, Theodoro e Christiano Cochrane, no ramo gastronômico, não obteve o êxito que o trio esperava. Devido aos problemas relacionados ao aspecto financeiro, eles resolveram entrar na Justiça com um processo contra o badalado restaurante Paris 6, localizado na região dos Jardins, área nobre da capital paulistana.

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Após realizarem um alto investimento no estabelecimento e na marca, a apresentadora e os filhos não viram mais a cor do dinheiro, pois após a junção das sociedades que mantém o restaurante, Marilia, Theodoro e Christiano solicitaram a devolução do montante investido, o que foi recusado por Isaac Azar, que é proprietário da franquia Paris 6.

Essa situação vem se arrastando desde 2014 quando Christiano decidiu investir 375 mil reais na empresa com a promessa de que no período de um ano receberia a porcentagem de 5% dos lucros do referido restaurante.

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Marília Gabriela também optou por fazer o mesmo investimento com a mesma quantia. Como Christiano repassou sua parte para a mãe, a participação dela nos lucros seria dobrada.

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Em seguida, Theodoro também decidiu participar do negócio e também investiu o montante de 375 mil reais.

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Mas em 2015, os problemas tiveram início, pois as empresas sofreram uma reestruturação fazendo com que a H1 Restaurantes e Participações, responsável pelo Paris 6, se transformasse numa sociedade que para quem os investimentos foram repassados e mantendo Isaac Azar como presidente.

Em abril deste ano, a devolução de todo o dinheiro investido foi solicitada, mas Isaac recusou e também não foram apresentados os registros financeiros, contas e balanços, que englobam de 2016 a 2018, o que, por enquanto, não aconteceu.

O Paris 6, que através dos emails trocados classifica os investimentos como empréstimos, desmente que não queira fazer a devida devolução e já solicitou que os três aguardem até maio de 2022 além de explicar que a situação se agravou por causa de uma funcionária, que desviou dinheiro e no momento, se encontra detida.

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