in

Três dos filhos de Angelina Jolie estariam contra Brad Pitt

Continua a batalha judicial entre o ex-casal Angelina Jolie e Brad Pitt, envolvendo seus seis filhos.

Instagram Angelina Jolie Official

Angelina Jolie e Brad Pitt continuam com o processo de custódia de seus filhos no tribunal. O juiz decidiu dar guarda compartilhada dos cinco filhos menores do casal, o que não teria agradado nem um pouco a bonita atriz, de 46 anos. De acordo com o jornal Daily Mail, Jolie estaria desiludida com o processo e com o juiz Ouderkirk. Ela entrou com um pedido para afastar o juiz, falando em sua proximidade com os advogados de Brad Pitt. A atriz estaria mais indignada ainda, porque o juiz não aceitou que seus filhos fossem escutados no tribunal.

Publicidade

Angelina Jolie indignada com decisão do juiz

O casal decidiu se divorciar em 2019. No momento, a decisão é a de custódia compartilhada dos cinco filhos menores. O casal divide seis filhos, mas o mais velho, Maddox, é maior de idade e, por isso, ele não entra nestas contas. Aos 19 anos, ele pode decidir se quer ou não ir à casa do pai ou da mãe.

Diferente é a situação com as outras crianças. Pax, de 17 anos, Zahara, de 16, Shiloh, de 14 e os gêmeos Vivienne e Knox, de 12. Os cinco são ainda menores de idade e, por isso, o juiz decidiu dar guarda compartilhada para os pais. Ou seja, igualdade de direitos dos pais. Uma decisão que não teria agradado Angelina Jolie. Ela já recorreu da decisão e insiste no afastamento do juiz John Ouderkirk. 

Publicidade

Filhos queriam testemunhar contra Brad Pitt

De acordo com o jornal Daily Mail, em um documento judicial de dezembro de 2020, os advogados de Angelina Jolie revelavam que as crianças queriam testemunhar. Alegadamente, três das crianças estariam dispostas a falar contra seu pai. Porém, o juiz não quis escutar as crianças, acreditando que esse depoimento as poderia impactar emocionalmente para sempre. 

Publicidade

Angelina Jolie, que não teria gostado da decisão de guarda compartilhada, teria revelado, segundo fontes próximas, que o juiz negou “um julgamento justo, excluindo indevidamente suas evidências relevantes para a saúde, segurança e bem-estar das crianças”, realçando essa questão de ele nem ter escutado o testemunho dos menores.

Publicidade

Publicidade
Publicidade
Publicidade