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Após colecionar declarações ofensivas ao vivo, Sikêra Jr é denunciado por grave crime e pode ser preso

Após envolvimento de jornalista com diversas polêmicas, MP avalia prisão preventiva de Sikêra Jr.

NaTelinha Uol / Veja Rio

Mais uma vez, o jornalista José Siqueira Barros Júnior, mais conhecido como Sikêra Júnior, âncora do jornal Alerta Nacional, exibido nas telas da RedeTV, está envolvido em um caso de homofobia.

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Há poucos meses, Sikêra havia proferido declarações ofensivas à população LGBTQI+, durante seu programa, ao ligar um crime cometido por um casal lésbico à Parada do Orgulho LGBT.

Na ocasião, o jornalista utilizou uma imagem da modelo transexual Viviany Beleboni e se referiu à população LGBTQUI+ como “lixo”, “bosta” e “raça desgraçada”. Além disso, Sikêra afirmou que “os homossexuais estão arruinando a família brasileira”.

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Apesar da gravidade das declarações do jornalista e da configuração da homofobia como um crime, que pode levar a até 5 anos de prisão, o apresentador da RedeTV foi absolvido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo e poupado de pagar uma indenização de 30 mil reais a Viviany.

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MP avalia possível prisão de Sikêra

Após a polêmica envolvendo a modelo, o Ministério Público, agora, com base em uma ação protocolada por Agripino Magalhães, suplente de deputado e ativista LGBTQI+, avalia a prisão preventiva do jornalista.

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O documento de Agripino foi entregue ao órgão na última terça-feira (11) e será analisado pelo MP. O estopim para a ação do suplente foi a atitude de Sikêra de chamá-lo de “baitola”, ao vivo. Além disso, o jornalista se referiu ao político como “safado”: “Suplente de baitola, aquele safado do ventão, né? Ah, eu estou representando contra ele. Ô ventão vai dar o teu caneco pra lá”.

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