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Agnaldo Timóteo admitiu mágoa com a imprensa antes de morrer; cantor se viu no ostracismo

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O já saudoso Agnaldo Timóteo, que faleceu no último dia 3 após permanecer 17 dias internado num hospital carioca devido a complicações decorrentes da Covid 19, nos últimos dias vinha se lamentando com quem encontrasse que, como cantor se sentia esquecido, pois há muito tempo já não recebia convite para participar de programas de TV.

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Achando essa situação muito estranha, embora entendesse que esse é e sempre será o lema do nosso país em relação aos artistas, principalmente cantores, Timóteo afirmou que se morasse na Europa e nos Estados Unidos a situação seria bastante diferente e feito o sucesso que já fez aqui, continuaria recebendo convites de todas as partes e estaria cantando, talvez, não para o público jovem, mas para os mais idosos.

Após realizar uma live no Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, em janeiro deste ano, onde mostrou com enorme sucesso a maior parte do seu repertório, que não é pequeno, recebeu convites para alguns shows em Portugal e estava negociando datas para o segundo semestre. Também estava animado com a excursão por Angola, Moçambique e Cabo Verde no segundo semestre deste ano

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O cantor, sem falsa modéstia, se considerava um dos melhores do país e afirma que jamais enganou o seu público, pois nunca quis ser farsante, demagogo ou mentiroso, como aqueles que topam qualquer coisa para ser considerados simpáticos.

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Aos 84 anos, Agnaldo encontrava motivação suficiente para encarar novos projetos, onde além de cantar também superar o seu maior medo: morrer esquecido.

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Escrito por Bruno Tálamo

Bruno Tálamo é jornalista de formação e, atualmente, colunista do programa A Tarde é Sua da RedeTV!. Começou a carreira como locutor de rádio até migrar para a televisão. Com passagens pela Band e RecordTV, é considerado uma das principais revelações do colunismo de celebridades.
Siga no Instagram: @brunotalamo