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‘JN’ aproveita reportagem para dar o troco em Bolsonaro após insultos contra Willian Bonner

Reprodução/Jornal Nacional

Na edição de terça-feira, 26, o Jornal Nacional, da Globo, se aproveitou do relatório “Violência contra jornalistas e liberdade de imprensa no Brasil”, criado pela Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), para contra-atacar o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). O principal telejornal da emissora destacou as constantes agressões que o mandatário faz à imprensa em geral.

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Segundo dados informados pelo repórter Vladimir Netto, filho da comentarista de economia Miriam Leitão, o relatório mostra que em 2020 o número de violência contra os profissionais de comunicação foi alarmante, somando 428 casos. Em 2019, este dado era menos da metade já que foram registradas apenas 208 ocorrências na época.

Vale ressaltar que o repórter que hoje divulga estes dados, Vladimir Netto, já foi alvo de ataques do presidente devido ao seu passado de militante contra a ditadura.

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Vladimir diz que a Fenaj assemelhou a explosão de casos com a sistemática ação de Bolsonaro que, segundo ele, vem tentando descredibilizar a imprensa, e também à ação dos apoiadores do presidente contra os profissionais de comunicação social.

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Ainda de acordo com dados do relatório, apenas em 2020 foram registradas 175 ações de hostilidade de Bolsonaro à imprensa. E mais, a Fenaj também afirma que 24% dos casos apurados ocorreram com profissionais da televisão.

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Após o fim da reportagem, a âncora do JN, Renata Vasconcellos, afirmou que o Palácio do Planalto optou por não se manifestar sobre o assunto.

Vale lembrar que um dos profissionais da televisão brasileira que é muito atacado pelo presidente da República é o âncora e editor-chefe do JN, William Bonner.

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