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Caso Queiroz: William Bonner e Renata Vasconcelos serão julgados pelo Juizado Criminal

Rede Globo/Jornal Nacional

Na última sexta-feira, 8, a Justiça fluminense acolheu um pedido feito pela defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republianos-RJ), e, assim, iram transferir a investigação ligada aos apresentadores da Globo, William Bonner e Renata Vasconcelos, que são investigados sobre o suposto crime de desobediência de decisão judicial. Os dois âncoras do Jornal Nacional estão sendo investigados por divulgarem informações envolvendo o Caso Fabrício Queiroz, que também carrega o nome do filho do presidente da república, Jair Bolsonaro, na investigação.

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Até o momento, o caso seguia sob a responsabilidade da 39ª Vara Criminal, contudo, o juiz Ricardo Coronha Pinheiro decidiu, na sexta-feira, por transferir o caso para o 4° Jecrim (Juizado Especial Criminal), localizado na região do Leblon, na zona sul do Rio.

Para tomar tal decisão, o juiz afirmou que o suposto crime cometido pelos apresentadores entra como uma violação ao artigo 359 previsto no Código Penal brasileiro. O artigo 359 prevê pena de prisão, que pode variar de três meses a dois anos, e ainda aplicação de multa. Por isso, como o caso é considerado uma inflação de menor potencial ofensivo, o juiz entendeu que a investigação seria de competência de uma unidade do Jecrim.

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William Bonner e Renata Vasconcelos se tornaram alvo de investigação depois que Flávio Bolsonaro conseguiu que a Justiça proibisse a Rede Globo de divulgar informações sigilosas envolvendo o inquérito do Caso Queiroz.

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No Caso Queiroz é investigado um suposto esquema de “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio, a Alerj, isso na época em que o senador ainda era deputado estadual e tinha Queiroz como seu assessor.

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