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Câncer que acometeu Fátima Bernardes é mais comum do que se pensa; fatores de risco vem à tona e impactam

G1/DrauzioVarela/Montagem

Na última quarta-feira (2), a apresentadora e jornalista Fátima Bernardes chocou os fãs e amigos ao anunciar ter sido diagnosticada com um câncer no útero, durante a realização de exames de rotina.

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Em post no Instagram, a apresentadora do Encontro afirmou que se ausentaria do trabalho nos próximos dias, e que seria submetida a um procedimento cirúrgico como parte do início do tratamento. De acordo com informações do programa Fantástico, a cirurgia da jornalista foi realizada neste domingo (6), e correu tudo bem, segundo o que foi repassado pela equipe médica.

Com o tema bastante repercutido, a revista eletrônica fez uma reportagem especial destacando os fatores de riscos que levam mulheres a desenvolver este tipo de câncer, bem como apresentou números da doença em solo nacional.

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Segundo o Fantástico, o câncer que acometeu Fátima Bernardes, conhecido como câncer do endométrio, deve fechar o ano de 2020 com o registro de 6.540 casos em mulheres brasileiras. O endométrio é a parte interna do útero, e boa parte dos casos registrados da doença se dá com pacientes que estão no período da menopausa.

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Fator de risco

O câncer de endométrio costuma ser mais comuns em mulheres que sofrem com obesidade. Contudo, isso não significa que a doença não possa acometer pacientes com taxa de peso considerada normal para suas medidas. Segundo especialistas ouvidos pela reportagem do Fantástico, o risco de uma mulher sofrer com câncer de endométrio é de 3%, e quando se trata de pacientes obesas o risco aumenta progressivamente. 

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