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Flordelis dizia que recebia mensagens divinas e que pastor morreria por atrapalhar a obra de Deus, afirma nora

Jornal O Dia | Divulgação

Nesta sexta-feira (27), ocorre a segunda audiência sobre o caso da morte do pastor Anderson do Carmo. Anderson foi executado a tiros em junho do ano passado em Niterói, dentro da residência da família. Até o momento, familiares e a própria Flordelis foram indiciados pelo Ministério Público por participação na morte do pastor.

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A deputada federal ainda não foi presa devido à imunidade parlamentar inerente ao cargo que ocupa. Luana Rangel Pimenta, esposa de Misael Pimenta, um dos filhos de Flordelis, contou à polícia que a sogra havia tentado assassinar o marido em outras duas ocasiões.

De acordo com o Jornal O Dia, Luana contou, ainda, que a deputada costumava dizer que recebia mensagens divinas de que “o pastor ia morrer porque estava atrapalhando a obra de Deus”, e que tentava envenená-lo colocando substâncias nos sucos que ele ingeria. A esposa de Misael contou que chegou a ser alertada a não tomar nada das mãos de Flordelis.

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Durante o depoimento, a deputada apenas discordou das informações balançando a cabeça de forma negativa. “Vi várias vezes ela colocando pozinho no suco do pastor. No último ano de vida, ele passava muito mal. Fazia reuniões com uma lixeira em cima da mesa para poder vomitar. Ela dizia que era para a ansiedade, fazia isso porque ele não queria tomar”, contou Luana.

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A nora da deputada garantiu que o choro de Flordelis durante o velório do marido não passou de teatro, pois não havia sido verdadeiro. Dois dos filhos de Flordelis já estão presos pelo crime. A Justiça decretou que a pastora fosse submetida ao uso de tornozeleira eletrônica. A parlamentar segue negando envolvimento na morte de Anderson do Carmo.

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