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Carrefour compra horário nobre na TV para pedir desculpas por morte e recebe dura punição do público; vídeo

Reprodução - TV Globo

O caso de morte de João Alberto Silveira Freitas, ocorrido dentro de uma unidade do Carrefour, em Porto Alegre, gerou uma onda revolta e protestos de milhares de brasileiros. Cliente do supermercado, o soldador foi espancado até a morte por dois seguranças do estabelecimento. Dois depois do ocorrido, o Grupo Carrefour no Brasil se pronunciou publicamente.

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Em espaço comprado durante o intervalo do Jornal Nacional, da TV Globo, no último sábado (21), lideranças do grupo pediram desculpas pelo crime ocorrido na capital gaúcha e ainda prometeram diversas ações para ajudar no combate ao racismo estrutural no Brasil.

Segundo Noel Prioux, presidente do Grupo Carrefour a morte de João Alberto não pode passar em vão. “É por isso que assumimos hoje o compromisso de ajudar a combater o racismo estrutural”, pontuou Prioux, garantindo que nos próximos dias o grupo deve divulgar iniciativas para esta causa. 

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Repercussão

Nas redes sociais, o pedido de desculpas feito no pronunciamento, bem como as promessas, não foram bem aceitas por parte do público. Diversos internautas teceram duras críticas à rede de supermercados. 

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“Apaga! Ficou feio o discurso, soou muito racista. E pior, jogaram na mídia e na TV aberta”, disse um internauta, apontando suas conclusões sobre a iniciativa do Carrefour.

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“Carrefour lançou uma nota agora a pouco na tv aberta . (Vi na emissora globo), se pronunciando e pá, falando sobre ajudar {financeiramente} a família da vítima, e pelo que entendi, ajudar em campanhas que combatam o racismo, e também combater dentro da própria empresa”, alertou outro. 

“E o Carrefour que colocou uma nota na TV aberta no horário nobre.
Cara de pau…”,
criticou outro usuário do Twitter, repercutindo a transmissão dos diretores do Carrefour em rede nacional de televisão.

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