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Recluso, sem fama e enfrentando demência: os últimos anos de Sean Connery

Reuters/AKM-GSI

Conhecido principalmente por viver o James Bond no cinema, o ator Sean Connery estava fora das telonas há mais de 17 anos, tentando curtir sua aposentadoria. O ator, que faleceu no último sábado (31), aos 90 anos, escolheu se aposentar “para sempre” do cinema.

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Seu último trabalho nas telonas foi no filme “A Liga Extraordinária”, de 2003. Mesmo sem entrar em detalhes sobre sua vida pessoal, sabe-se que Connery lutou contra uma doença em seus últimos dias de vida, chegando a retirar um tumor do rim. A esposa chegou a revelar que ele sofreu de demência até a morte.

Além disso, o ator resolveu viver recluso, para curtir sua aposentadoria ao lado de sua esposa Micheline Roquebrune, de 91 anos, em uma mansão nas Bahamas, num condomínio fechado na ilha de New Providence. Sua saída de cena teria a ver com questões artísticas, uma vez que ele tinha relacionamentos pouco felizes com os estúdios que produziam seus filmes.

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Seu ultimo longa, inclusive, foi um fiasco nas bilheterias e rendeu uma rusga com o diretor Stephen Norrington. O ator era raramente visto em público e passava seu tempo livre jogando golfe e assistindo a partidas de tênis.

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Desistindo de atuar e “maldição 007”

Ele dizia às pessoas próximas que não tinha vontade de voltar a atuar, chegando a afirmar que nunca mais trabalharia com cinema. Em 2008 ele chegou a ser convidado para trabalhar com Steven Spielberg para reviver Henry Jones, mas recusoum mesmo com um grande cachê. O motivo seria que aquele era um papel pequeno para ele.

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O ator ainda se recusou a comemorar os 50 anos do longa “007 Contra o Satânico Dr. No”. Ele enxergava o seu trabalho como James Bond como uma maldição em sua carreira, por sempre ser associado ao mesmo personagem.

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Escrito por Matheus Feitosa

Escrevo sobre TV, famosos e entretenimento desde 2011.

A atenção nos detalhes é o que nos faz prosperar.