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O ‘Xibom Bombom’ não era tão bom assim: Carla Cristina diz quanto ganhava como vocalista do Grupo ‘As Meninas’

Reprodução: YouTube

O hit dos anos 90 “Xibom Bombom”, gravado pelo Grupo As Meninas, completou 20 anos. Carla Cristina, que segue em carreira solo e foi vocalista da banda baiana, participou de uma live para o canal da Lisa Gomes e relembrou alguns momentos da carreira e porque ainda não se reuniram para um show especial.

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“Eu até pensei em fazer uma turnê comemorativa, mas a marca “As Meninas” não me pertence, mas eu poderia fazer sim uma turnê comemorativa cantando todo repertório, a gente até tentou, fizemos várias reuniões na minha casa pra tentar a possibilidade, mas aí teria que entrar um patrocínio muito grande. A ideia ainda não foi totalmente esquecida, descartada, existe uma vontade muito grande”, explica.

Carla Cristina contou que era muito blindada dos fase sentia falta desse carinho. “Naquela época a produção não deixava ninguém chegar perto de mim, aquilo me deixava nervosa, mal-humorada. Eles me blindavam de uma forma que pra chegar perto de mim era praticamente impossível. Eu não entendia muito bem daquilo. Não que o sucesso me incomodasse, muito pelo contrário, o sucesso é maravilhoso, me incomodava era não poder estar mais próxima dos fãs como eu gostaria de estar, isso me incomodava bastante”, lembra.

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O valor do cachê era outra coisa que incomodava bastante a cantora. Segundo Carla, os shows custavam em média de 80 mil reais, mas nem ela e nem as outras integrantes ganhavam bem.

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“Só o empresário ganhou dinheiro, hoje vivo muito bem do que eu produzo. Na verdade sempre tive uma condição financeira confortável, minha família é bem estruturada, hoje sim eu vivo muito bem da música, consigo manter um padrão de vida confortável, mas na época das meninas ficava pai e mãe pagando contas. Ganhava por show uns 500 reais e as meninas (banda) ganhavam bem menos, uns 100 reais por aí. Isso me incomodava muito, as meninas estavam com a cara no projeto, na televisão e não tinham condições de comprar um carro para se locomover, estarem gastando dinheiro de transporte, de táxi, era bem delicado, enfim… é passado, deixa pra lá”, desabafa. 

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Escrito por Anna Müller

Bastante ativa nas redes sociais, escrevo conteúdo sobre os mais diversos assuntos para a plataforma i7 Network.