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Patrícia Poeta ouve de Manoel Soares duras verdades ao vivo no Encontro: ‘Violência absurda’

Apresentadores comentavam sobre caso de empregada doméstica que foi vítima de agressão por patrão.

TV Globo / Reprodução

Manoel Soares e Patrícia Poeta encararam um suposto ‘climão’ durante o Encontro desta terça-feira (26/07), segundo o site da revista Contigo. Os apresentadores das manhãs da TV Globo estavam discutindo o caso da empregada domesticada que sofreu violência pelas mãos de seu patrão, um policial militar. O caso foi amplamente noticiado pela mídia desde a noite de segunda-feira (25/07). Imagens mostram o momento do tapa, que aconteceu no elevador do prédio do patrão da empregada doméstica.

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O vídeo viralizou nas redes sociais e, rapidamente, chegaram à imprensa. Durante o Encontro, Patrícia Poeta e Manoel Soares falavam sobre a situação e entrevistaram a vítima da agressão. Patrícia Peixoto foi entrevistada pelos jornalistas. Poeta quis saber dela o que acontecia durante a conversa. 

“O que ele falava para você e você falava para ele? Qual era a discussão exatamente naquele momento?”, questionou a apresentadora. Peixoto respondeu que iria denunciar o patrão na polícia. Contudo, ele teria dito que seria inútil, pois ele é major da Polícia Militar.

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Manoel Soares sai em defesa de empregada doméstica agredida por patrão policial militar

Manoel Soares deu uma invertida na apresentadora com sua opinião sobre o caso. Manoel fez referência à pergunta de Patrícia Poeta para a entrevistada.

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“Não existe contexto que justifique esse tipo de violência”, alertou o jornalista.

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O profissional também  ficou indignado e falou verdades sobre o que sua mãe, que também trabalhou como doméstica passou. O jornalista lembrou que a polícia devia proteger as pessoas. 

“É uma ilegalidade. Temos duas situações de erro: a violência absurda que você sofreu e a situação de ilegalidade”, destacou o jornalista, ao vivo, no Encontro.

O comunicador explicou que Patrícia Peixoto viveria uma situação irregular, pois, segundo o relato da empregada, ela trabalharia mais de dois dias em uma casa de família, o que geraria vínculo empregatício. Por isso, teria direito à carteira assinada.

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Escrito por Tadeu Goulart

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