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Caso Daniella Perez: segundo promotor, Guilherme de Pádua quis mostrar genitália para convencer policiais de que também era vítima

De acordo com o promotor do caso, o ator acabou insinuando o envolvimento da esposa no crime ao expor uma tatuagem íntima em homenagem a ela.

Divulgação/Hugo Gloss

Guilherme de Pádua, assassino de Daniella Perez, quis mostrar as partes íntimas à polícia no intuito de comprovar sua inocência ao prestar depoimento apenas um dia após a morte da atriz. O fato foi revelado pelo promotor do caso, José Muiños Piñeiro Filho, no seriado Pacto Brutal, produção documental da HBO Max que mostra detalhes sobre o crime que chocou o país.

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Piñeiro disse que o ator confessou o crime, contudo, chegou a tentar convencer os policiais de que também seria uma vítima. Neste objetivo, Pádua propôs mostrar seu órgão genital, onde tinha tatuado o nome de sua até então esposa, Paula Thomaz. Guilherme de Pádua queria convencer que cometeu o crime por amor à esposa que, na época, estava gestante de quatro meses.

Inicialmente, segundo o promotor do caso, Pádua tentou se apresentar como sendo um homem heroico, que teria se sacrificado pela companheira. Ao relatar que o ator quis mostrar a declaração de amor que tinha tatuado em sua genitália, José Muiños disse ter se convencido. “Ele queria já ali insinuar o envolvimento da mulher”, afirmou ele.

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Durante as investigações acabou sendo comprovada a participação de Paula Thomaz no assassinato da atriz.

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No seriado, o promotor afirma ainda que Guilherme de Pádua chegou a dar várias versões ao relatar o crime e o seu relacionamento com Daniella Perez. Em uma destas versões, o assassino disse, inclusive, que era assediado pela atriz que, na época, estaria com o casamento estremecido com Raul Gazolla. De acordo com esta versão, o fato da atriz estar com interesse amoroso por Pádua estava interferindo na redação da novela De Corpo e Alma, que os dois protagonizaram juntos na época.

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