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Pantanal – Irma se muda para a fazenda de José Leôncio, tenta fisgá-lo e toma fora: ‘lembrança do que nunca foi’

Após o falecimento de Madeleine, a ruiva se mudará de vez para o Pantanal e tentará a todo custo conquistar seu grande amor.

Foto: Reprodução/ TV Globo

Após o falecimento trágico de Madeleine, a tia de Jove se mudará de vez para o Pantanal e ficará hospedada na fazenda de José Leôncio. Irma aproveitará que está instalada na casa do fazendeiro para se aproximar dele. A ruiva nunca escondeu que sempre nutriu um grande amor pelo ex-marido de sua irmã falecida. Contudo, ela será surpreendida pelo pai de Jove, que cortará pela raiz qualquer chance dos dois terem algo mais sério.

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Nos próximos capítulos do folhetim de Bruno Luperi, Irma sairá do Rio de Janeiro com planos de morar permanentemente no bioma. Ao chegar à fazenda de José Leôncio, a ruiva anunciará que irá morar no Pantanal, deixando Filó com muita raiva. A dona de casa sempre demonstrou que sente muito ciúme da aproximação entre a tia de Jove com o pecuarista.

Apesar do clima tenso, José Leôncio tentará contornar a situação e dirá que não quer confusão na sua casa. “Gosto de vê todos nóis vivêno em paiz aqui”, pontuará o peão, deixando claro que não quer briga na sua fazenda. Irma, por sua vez, dirá que não quer complicar a vida de ninguém e frisará que quer viver tranquilamente, longe do movimento da cidade grande. Filó não vai gostar nada da novidade, mas suportará a presença da rival.

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No entanto, não vai demorar para Irma tentar fisgar o coração de José Leôncio. A ruiva usará todo seu charme para conquistar o fazendeiro durante um momento de fragilidade. Chateado, o peão dirá que está sentindo falta da presença de Jove e desabafará com a ex-cunhada. Irma aproveitará a situação para flertar com o fazendeiro. “O teu filho não te despreza. Nem ele… E nem eu”, dirá a irmã de Madeleine.

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Ao perceber que Irma está querendo algo a mais, José Leôncio dará um toco na tia de seu filho e dirá que a considera apenas como uma grande amiga. “Num adianta buscá paiz corrêno atraiz de lembrança do que nunca foi…”, cortará o peão.

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