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Ítalo Rachid lista sete dicas que podem ajudar a evitar a perda de memória

Para evitar ou minimizar o impacto significativo dessa situação, Ítalo Rachid reforça que é possível praticar exercícios específicos ao longo da vida.

Reprodução/Instagram

Perda de memória, conforme amplamente sedimentado na literatura científica, é uma das consequências do envelhecimento, conceito também corroborado pelo médico Ítalo Rachid (Cremesp 114612).

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Para evitar ou minimizar o impacto significativo dessa situação conforme os anos se passam, Ítalo Rachid reforça que é possível praticar exercícios específicos ao longo da vida. Além disso, Ítalo Rachid esclarece que a perda de memória não está necessariamente ligada à doença de Alzheimer.

Segundo ele, conforme envelhecemos, vamos percebendo mudanças fisiológicas que podem causar falhas nas funções cerebrais que sempre consideramos garantidas. Isso acontece principalmente por conta da desaceleração dos processos mentais. Apesar de as mudanças cerebrais serem inevitáveis durante o envelhecimento, os problemas de memória podem no mínimo atenuados com a realização de alguns exercícios.

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Sete dicas para combater a perda de memória:

1. Meditar: a meditação geralmente envolve focalizar a atenção de uma forma calma e controlada. A meditação pode contribuir para retardar o envelhecimento do cerebral e elevar a capacidade de processar informações;

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2. Jogar: jogos de cartas ou de tabuleiro podem ser formas divertidas de socializar ou de passar o tempo. Essas atividades também podem ser benéficas para o cérebro. Inclusive, estudos encontraram uma ligação entre jogos e uma diminuição do risco de comprometimento cognitivo em adultos mais velhos;

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3. Praticar palavras-cruzadas: as palavras-cruzadas são uma atividade popular que pode estimular o cérebro. Um estudo observa que as palavras-cruzadas podem atrasar o início do declínio de processamento da memória em pessoas com demência pré-clínica;

4. Socializar: desfrutar da companhia de amigos pode ser uma atividade de lazer mentalmente envolvente e pode ajudar a preservar as funções cognitivas. Por exemplo, um estudo de 2019 descobriu que pessoas com contato social mais frequente tinham menos probabilidade de sofrer declínio do processamento cerebral;

5. Aprender novas habilidades: prática que envolve a trama neural de maneiras diferentes e pode ajudar a melhorar as funções cerebrais. Estudo com adultos mais velhos descobriu que aprender uma habilidade nova e exigente do ponto de vista cognitivo, como costurar ou fotografia, melhora as funções de memória;

6. Aprender um novo idioma: “bilinguismo” refere-se à capacidade de falar duas línguas. Uma revisão científica observa que o bilinguismo aumenta e fortalece a conectividade entre diferentes áreas do cérebro; 

Aliás, os pesquisadores propõem que esta conectividade aprimorada pode desempenhar um papel no retardo do aparecimento da doença de Alzheimer e outras formas de demência.

7. Ouvir música: um estudo de 2018 publicado na Brain Sciences descobriu que ouvir música que uma pessoa gosta envolve e conecta diferentes partes do cérebro. Os pesquisadores propõem que isso pode levar a melhorias na função cognitiva e no bem-estar geral. 

Os exercícios podem ser tão simples quanto envolver ativamente o cérebro nas tarefas diárias. Conforme Ítalo Rachid, outros são exercícios direcionados para o cérebro, projetados especificamente para melhorar a memória, a cognição ou a criatividade.

Dessa forma, exercitar o cérebro pode ajudar a melhorar o processamento de suas múltiplas funções e aumentar a conectividade entre as diferentes áreas. Isso pode ajudar a proteger esse nobre órgão da degeneração relacionada à idade.

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