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Houve crime? Investigações sobre falecimento de Paulinha Abelha podem render condenação por homicídio

Caso seja comprovado que cantora morreu por ingerir substâncias proibidas pela Anvisa, processo legal poderá ser aberto.

Instagram Clevinho Santos / Instagram Paulinha Abelha

Desde o falecimento de Paulinha Abelha de forma repentina e precoce, a família da cantora segue buscando respostas sobre o que teria levado ao óbito da artista, e investigações seguem em andamento para concluir o caso. Conforme matéria publicada pelo Social 1, do UOL, o falecimento da cantora pode ser concluído como criminoso e render condenação por homicídio.

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Ainda de acordo com a coluna do UOL, caso fique provado que Paulinha Abelha consumiu substâncias proibidas pela Anvisa, sob prescrição médica, o agente poderá sofrer com processo legal no delito de homicídio. 

Mesmo que não haja intenção de matar, o agente assumiu o risco de ‘produzir o resultado a morte’ e pode ser acusado por homicídio culposo por meio de negligência, imprudência ou imperícia. Nesse caso, a pena pode chegar até 3 anos de prisão.

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Ainda seguindo a possibilidade que possa ter ocorrido um crime, o agente da morte também pode receber condenação por estelionato. Nesse caso, a Justiça pode entender que quem receitou as substâncias proibidas pela Anvisa à Paulinha Abelha pode ter tido vantagem ilegal, concretizando o crime de estelionato para lucrar financeiramente. Nesse caso, cabe pena de prisão de até 5 anos e multa.

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Laudos iniciais comprovaram que o fígado de Paulinha Abelha estava sobrecarregado por substâncias. O marido da cantora confirmou em entrevista que a esposa consumia diuréticos e chás emagrecedores. Após falecimento da vocalista do Calcinha Preta, a Anvisa divulgou uma lista com 140 substâncias proibidas no Brasil.

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