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Monark é demitido do Flow Podcast após apoiar criação de partido nazista no Brasil

O apresentador defendeu a existência de um partido nazista nos parâmetros da lei e foi duramente criticado nas redes sociais.

Foto: Reprodução/ Instagram @monark

Na tarde desta terça-feira (08/02), a empresa Estúdios Flow anunciou a demissão do apresentador Monark, após ele apoiar a existência de um partido nazista no Brasil.

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Na nota oficial, a empresa afirmou que o podcast aborda temas sensíveis através de conversas abertas, respeitando os acontecimentos, sem fazer apologia a ideias preconceituosas e preconcebidas. “Reforçamos nosso comprometimento com a Democracia e Direitos Humanos, portanto, o episódio 545 foi retirado do ar”, relatou a equipe responsável pelo Flow Podcast.

Após as falas polêmicas de Monark, os Estúdios Flow pediram desculpas para a comunidade judaica e afirmaram que presam pela liberdade expressão até o ponto que não fere a dignidade humana do próximo. Na nota, a empresa disse que repudia comportamentos e ações preconceituosas.

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Durante a transmissão ao vivo do podcast na noite desta última segunda-feira (07/02), o youtuber Bruno Aiub, conhecido por Monark, defendeu a existência de um partido nazista dentro dos parâmetros da lei. O apresentador estava entrevistando os deputados federais Kim Kataguiri e Tabata Amaral.

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O apresentador disse que acha que a esquerda radical possui mais espaço que a direita radical. Segundo Monark, falta igualdade entre os partidos políticos. Ele ainda afirmou que as pessoas que se consideram nazistas deveriam ter o direito de ter um partido reconhecido, mesmo sendo uma ideologia radical.

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Após o comentário, o apresentador foi rebatido pela deputada Tabata Amaral. No entanto, ele continuou insistindo em seu argumento. “As pessoas não têm o direito de ser idiotas?”, indagou o youtuber.

Não é a primeira vez que Monark causa polêmica devido as suas falas e sua conduta reprovável. Em 2021, o apresentador perguntou em uma rede social se ter uma opinião racista é crime. Nas redes sociais, ele também já comparou a homofobia com a escolha do indivíduo de tomar um refrigerante.

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