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Carol Marçal fala sobre inversão de papéis no casamento e os prejuízos que isso têm trazido para sociedade

Para Carol Marçal, esposa de Pablo Marçal, assumir o papel é determinante para o sucesso do relacionamento.

Instagram/Carol Marçal

Homem e mulher não são iguais, nunca foram e nunca serão. São seres humanos, mas com características bem definidas. E para um relacionamento dar certo, é crucial que essas diferenças sejam respeitadas e que cada um cumpra bem seu papel. Para Carol Marçal, esposa de Pablo Marçal, assumir o papel é determinante para o sucesso do relacionamento.

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Segundo ela, o feminismo transformou a mulher numa escrava, pois liberdade não é ter que trabalhar para sustentar uma casa. “O X da questão do feminismo é que as conquistas que iriam acontecer naturalmente foram forçadas e criou-se uma falsa liberdade sexual. As pessoas acham que ter o governo sobre o corpo é poder fazer o que quiser com ele. Consequentemente, o feminismo transformou a imagem do homem que era tido antes como o sexo mais forte, viril e provedor, a um ser quase que desnecessário e muitas vezes tido até mesmo como tóxico. Mas nunca vi uma mulher se vangloriar de ter um marido frouxo, até porque homem frouxo não sustenta família, não prospera. Se o homem foi criado por um homem inseguro, ele será inseguro. Se foi criado por um homem autoritário, ou será muito bruto, ou muito molenga, para tentar tirar a figura do pai da reta. A mulher é emotiva, quer se sentir amada, cuidada e protegida. Ao casar, quer se sentir segura, mas se as mulheres não pararem de assumir o papel do homem dentro de casa, o homem continuará sendo fraco”, diz Carol.

No casamento, não tem como evitar os conflitos. Eles vão acontecer de qualquer forma. Mas o confronto pode acontecer sem afronta. Afronta é para humilhar, gera destruição, enquanto confronto gera edificação. “Lá em casa, quando um conflito acontece, se a guerra é minha, o Pablo sai de cena e me deixa lutar. Ele é viril e patriarca, mas não entra em guerra comigo. Agora, se eu vejo que ele entrou em guerra por algo, eu tiro o meu batalhão. Nunca entramos em guerra um com o outro, e isso não nos diminui, até mesmo porque aqui em casa todos somos generais.”, relata Carol Marçal.

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Diz ainda que muitas mulheres questionam seus maridos sobre os afazeres domésticos. Segundo ela, essa atitude não tem bons resultados e cada vez mais afasta os casais. “Uma coisa muito importante é definir os papéis de cada um, e, quando precisar de ajuda para algo dentro das suas funções, pedir ajuda e perguntar se ele pode ajudá-la. Fique atenta aos objetivos: é trocar a fralda? Aceite a forma que ele trocar. Não tem que ser perfeita como você acha que tem que ser. Não chame a atenção do seu marido na frente dos seus filhos. Deixe o seu marido livre para falar com seus filhos da forma dele. É importante a criança perceber a diferença entre os pais. E o mais essencial é que o marido entenda que a mulher o apoia, para que se sinta forte e confiante para tomar as decisões que impactam a vida de toda a família”, afirma Carol.

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