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Com apenas 25 anos, Douglas Ferreira abre sua terceira empresa e fatura alto em tempos de pandemia

Jovem empreendedor tem faturado milhões com suas empresas que operam digitalmente.

Reprodução/Instagram

Dono da marca ‘Dermosec’ e do banco digital Yetbank, Douglas Ferreira tem se tornado um espelho para muitos empresários abaixo dos trinta, que buscam sucesso no mundo digital. Quando tinha 21 anos ele conquistou seu primeiro milhão e hoje aos 25 anos além das empresas citadas acima ele fundou a Foocy Basil, um pet shop online vinte e quatro horas por dia.

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“Criei a Foccy a pouco mais de nove meses a Foccy , ela foi criada para atender e agregar ao atual momento em que vivemos causado pela pandemia, pensando na segurança de nossos clientes e de deus pets, sem precisar sair de casa eles podem encontrar desde a caixinha de areia que precisam, ao brinquedinho para fazer a alegria de seus filhos de patas”.

Questionado sobre o fato de ser jovem e como consegue obter êxito em negócios, ele responde: “As pessoas perguntam qual é a fórmula do sucesso, por estar com 25 anos e já ter conquistado tudo que o que conquistei, a resposta é bem simples – Dedicação, amor pelo que faz e vontade de crescer. Venho de família humilde, desde muito novo sempre tive esse objetivo de ter minha independência financeira, e sem dúvidas a melhor escolha para que tudo isso se tornasse real, foi me dedicar ao comércio digital”.

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Quem pensa que a trajetória pessoal e profissional de Douglas é baseada só no sucesso, está muito enganado. Logo depois de nascer , o pai faleceu e ele foi criado pela mãe e avó. Aliás, elas foram fundamentais em seu crescimento, por se tratar de uma família muito humilde, pois Douglas sempre teve como objetivo dar uma boa estrutura para as duas, uma ótima casa e um bom plano de saúde.

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“Não tenho vergonha das minhas origens, sou muito grato a Deus por te me dado duas pessoas maravilhosas, minha mãe e avó foram fundamentais para que eu seguisse meus sonhos e objetivos, desde muito novo comecei a trabalhar, com 10 anos eu vendia canetas para amigos e vizinhos, na adolescência fiz parte do quadro de funcionários de uma multinacional como jovem aprendiz, nunca fiquei parado, sempre me movimentei e me reinventei. Eu não cheguei nem a um terço do que pretendo conquistar”.

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